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Lar Na Coruja Acadêmico Metralha reage no segundo tempo e empata em 2 a 2 com a Kodiak no futsal masculino
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Metralha reage no segundo tempo e empata em 2 a 2 com a Kodiak no futsal masculino

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Futsal masculino Metralha
Na Coruja

Por Bruno Esquer Ribeiro

Equipe de Diamantino abriu dois gols de vantagem, mas a Metralha buscou o empate após o intervalo pela fase de grupos da Copa Tormenta 2026.

A Metralha e a Kodiak empataram em 2 a 2, na manhã deste sábado (5), pela fase de grupos do futsal masculino da Copa Tormenta 2026. A partida foi disputada na quadra 2 da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), em Cuiabá. A Kodiak abriu 2 a 0 no primeiro tempo, mas a equipe da Medicina da UFMT reagiu na segunda etapa e conseguiu igualar o placar.

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Representante dos cursos do campus da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) em Diamantino, a Kodiak começou melhor e construiu a vantagem ainda no primeiro tempo. O camisa 11, Roger, marcou o primeiro gol da partida. Depois, Douglas, camisa 10, ampliou para 2 a 0.

A Metralha, atlética do curso de Medicina da UFMT em Cuiabá, reagiu após o intervalo. Paulo, camisa 0, diminuiu a diferença e recolocou a equipe na disputa. Na sequência, o camisa 9, Victor, marcou o gol que deixou o confronto empatado em 2 a 2.

A partida ainda teve cartão amarelo para Rodrigo, camisa 1 da Kodiak. Sem novos gols, as equipes terminaram o confronto com um ponto para cada lado.

Apesar de não ter marcado, Lucas, camisa 10 da Metralha, foi escolhido como o melhor atleta da partida.

Conteúdo produzido por Na Coruja. A reprodução total ou parcial sem citação da fonte não é autorizada.

Escrito por

Fellipe Moraes

Fellipe Gabriel, 19 anos, é estudante de Jornalismo na UFMT. Natural de Cuiabá, encontrou na escrita uma forma de entender o mundo e se expressar nele. É São Paulino, por teimosia e paixão, acompanha o futebol brasileiro de perto e também gosta de ficar de olho no que rola nas grandes ligas da Europa. Interessado por esporte, sociedade e tudo que mexe com as pessoas de verdade, acredita que o jornalismo pode ser um ponto de encontro entre sentimento e informação e também como uma forma de engrandecer o lugar de onde veio e ampliar a voz daqueles que não sou ouvidos.