A poucos dias do início da Copa do Mundo de 2026, uma nova polêmica movimenta os bastidores da competição. Desta vez, o assunto envolve a delegação do Uzbequistão, que teria sido submetida a uma rigorosa revista de segurança antes do amistoso contra a Holanda, disputado em Nova York, nos Estados Unidos.
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Imagens que circulam nas redes sociais mostram jogadores e membros da comissão técnica passando por procedimentos de inspeção durante a chegada ao estádio. Segundo os registros, os integrantes da delegação foram submetidos a revistas corporais, detectores de metal e fiscalização com cães farejadores.
O episódio chamou a atenção por envolver uma seleção nacional às vésperas da principal competição do futebol mundial. Embora medidas de segurança reforçadas sejam comuns em grandes eventos internacionais, situações desse tipo raramente ganham repercussão quando envolvem delegações esportivas.
A situação aumenta a lista de problemas extracampo que vêm cercando a Copa do Mundo. Nos últimos dias, também surgiram relatos de atrasos na emissão de vistos para integrantes de seleções do Oriente Médio. Além disso, o árbitro somali Omar Abdulkadir Artan teve o visto negado, situação que gerou debates sobre a logística e os processos de entrada nos Estados Unidos durante o torneio.
Estreante na Copa
Apesar das discussões fora das quatro linhas, o Uzbequistão vive um momento histórico. A seleção disputará pela primeira vez uma Copa do Mundo e chega ao torneio sob o comando do ex-zagueiro italiano Fabio Cannavaro.
Os uzbeques integram o Grupo K ao lado das seleções da Portugal, República Democrática do Congo e Colômbia. A estreia será justamente diante dos colombianos, na próxima quarta-feira, às 22h (horário de Mato Grosso).
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