O Mixto Esporte Clube disputará a Série A1 do Campeonato Brasileiro Feminino em 2026. O anúncio será feito na sede da Federação Mato-Grossense de Futebol (FMF) pelos presidentes Dorileo Leal, da SAF Novo Mixto, e Ítalo Freitas, presidente do clube. Com exclusividade ao Na Coruja, por fonte oficial, a vaga foi garantida após comunicado da CBF informando a desistência do Fortaleza da vaga na elite nacional, que será repassada ao clube mato-grossense.
A definição encerra dias de incerteza e versões conflitantes nos bastidores do futebol feminino brasileiro. Inicialmente, o Mixto aparecia como um dos clubes elegíveis para herdar uma vaga na Série A1 após as desistências de Fortaleza e Real Brasília, com base no critério de desempenho esportivo, uma vez que o time terminou a última edição da Série A2 com a sexta melhor campanha. Na ocasião, o Vitória e o Mixto figuravam como os principais candidatos às vagas abertas.
Ainda nas vésperas da virada do ano, o presidente da SAF Novo Mixto, Dorileo Leal, chegou a anunciar publicamente que o clube estaria na Série A1, o que aumentou a tensão e a cobrança por uma definição oficial.
No entanto, nessa terça (06), informações divulgadas pela página Arquibancada Feminina Sports apontaram que o Fortaleza teria viabilizado sua permanência na Série A1 por meio de uma parceria com Ronaldo Angelim, o que manteria o clube cearense na elite e encerraria a possibilidade de convocação do Mixto. Com isso, o Vitória assumiria apenas a vaga deixada pelo Real Brasília.
A confirmação veio nesta quarta-feira, após a CBF comunicar ao clube que o Fortaleza, mesmo diante das articulações, desistiu da vaga. Com isso, o Mixto passa a integrar a elite do futebol feminino nacional em 2026. A entidade máxima do futebol brasileiro ainda deve se manifestar oficialmente nos próximos dias para consolidar o novo quadro da competição.
A Série A1 do Campeonato Brasileiro Feminino de 2026 tem início previsto para 15 de fevereiro e término em 4 de outubro, reunindo os principais clubes do país. Para o Mixto, a participação representa não apenas um salto esportivo, mas também financeiro, já que a cota da primeira fase da A1 é de R$ 720 mil, o dobro do valor pago na Série A2.













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