Após o empate em 1 a 1 entre Cuiabá e Botafogo-SP, na noite desta quarta-feira (22), na Arena Pantanal, pela sexta rodada da Série B, o técnico Eduardo Barros analisou o desempenho da equipe, destacando a superioridade no primeiro tempo, as dificuldades impostas pela forte chuva no intervalo e a falta de eficiência nas finalizações. O Dourado saiu na frente com Eric Melo, mas viu Luizão empatar para o time paulista em um jogo marcado por mudanças de cenário e decisões cruciais.
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Na avaliação do treinador, o Cuiabá teve controle da partida na etapa inicial, criando as melhores oportunidades, mas sem conseguir transformar o volume em vantagem no placar. “Primeiro tempo de superioridade da nossa equipe. O Botafogo teve somente uma oportunidade… e, em contrapartida, nós tivemos as melhores oportunidades do primeiro tempo, e poderíamos ter saído da primeira etapa vencendo a partida, e infelizmente a gente não conseguiu transformar as oportunidades em gol”, afirmou.
O segundo tempo, segundo Barros, foi diretamente impactado pelas condições climáticas. A forte chuva que caiu no intervalo alterou completamente o andamento do jogo. “Tem uma questão que influencia completamente a característica do jogo no segundo tempo, que foi o dilúvio que teve no intervalo, e isso atrapalhou bastante a qualidade do jogo… inviabiliza de colocar a bola no chão”, explicou. O treinador ainda comparou a situação com um episódio anterior e criticou a condução da arbitragem por não aguardar melhores condições.
Outro ponto destacado foi o lance do pênalti marcado para o Botafogo-SP, considerado interpretativo pelo comandante.
“É um lance completamente interpretativo… foi um movimento natural de deslocamento. O árbitro, infelizmente, foi influenciado por uma má condução, na minha opinião, da equipe do VAR”, analisou.

Sobre as substituições, Barros explicou que parte das mudanças já estava prevista, enquanto outras ocorreram por necessidade. “As substituições sempre vão respeitar dois processos… hoje teve que tirar o Vitor Mendes da partida por trauma… o Hernandes também saiu por uma possível lesão muscular”, detalhou, citando ainda a entrada planejada de Eliel no intervalo.
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O treinador também reconheceu que o time voltou a apresentar um problema recorrente: a dificuldade em converter chances em gols. “A gente teve muito volume, boas finalizações… e faltou precisão. A gente precisa transformar essas chances reais em gol… hoje a gente produziu o suficiente para ir para o intervalo ganhando o jogo”, disse. Ele ainda destacou que esse cenário já havia se repetido em outros jogos da competição.
Ao comentar sobre a maturidade da equipe em jogos difíceis, Barros foi direto ao apontar a necessidade de evolução. “Faltou casca… faltou casca para a gente não oferecer o que a gente acabou oferecendo para o Botafogo”, afirmou. O treinador ressaltou que, após abrir o placar em um cenário adverso, o time precisava ter sido mais consistente defensivamente para segurar o resultado.
“O cenário ficou muito difícil… a gente consegue sair ganhando, mas faltou maturidade para sustentar. Não poderíamos ter feito a quantidade de faltas próximas da nossa área”, completou.
Sequência da temporada
O Dourado volta a Campo no dia 29/04, às 18h, contra o Anápolis-GO, no estádio Jonas Duarte, em Goiás. E no dia 02/05, o clube recebe o Criciúma na Arena Pantanal, às 17h30, pela 7ª rodada do Campeonato Brasileiro Série B.
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