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5 anos, 5 vozes: as histórias de quem constrói o Na Coruja

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5 anos, 5 vozes: as histórias de quem constrói o Na Coruja - Canal Na Coruja
Na Coruja

O que começou como um projeto entre apaixonados por futebol se transformou em uma das vozes do esporte mato-grossense. Ao longo de cinco anos, o Na Coruja acompanhou jogos, acessos, títulos, personagens e bastidores que ajudaram a aproximar ainda mais o torcedor dos clubes locais. Mas por trás das transmissões, reportagens e conteúdos diários, existem pessoas que ajudaram a construir essa trajetória.

Na série especial “5 anos, 5 vozes”, o canal apresenta histórias de quem vive o esporte local dentro e fora das câmeras.

A voz que deu início ao projeto

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Arquivo pessoal

O Na Coruja nasceu em janeiro de 2021, logo após o acesso do Cuiabá Esporte Clube à Série A do Campeonato Brasileiro. O idealizador e diretor do canal, Felipe Santos, conta que a ideia surgiu da vontade de criar um espaço feito por torcedores e para torcedores.

“A gente entendia que não existiam canais para cobrir o Cuiabá daquele jeito, um torcedor falando para o torcedor. Então juntamos duas coisas que gostávamos: o Cuiabá e a produção de conteúdo.”

Inicialmente, o projeto teria conteúdos de entretenimento e até dicas de apostas esportivas. Mas o caminho mudou logo no começo.

“Quando começamos, éramos três pessoas. Logo nos primeiros dias, um deixou o projeto. Fiquei um tempo pensando no que fazer e decidi transformar a Coruja em um canal exclusivamente voltado ao Cuiabá naquele período.”

Felipe afirma que não imaginava que o projeto chegaria tão longe.

“No começo, não. A gente dividia as energias com outras atividades. Mas, em algum momento, o hobby virou algo muito real.”

O reconhecimento do público veio de forma espontânea e marcou definitivamente a história do canal.

“Um dia eu estava na Arena Pantanal e alguém perguntou: ‘você é o Coruja?’. Depois me parabenizou pelo trabalho. Aquilo foi meu primeiro grande estalo.”

A voz das transmissões

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Divulgação Na Coruja

Entre narrações, jogos decisivos e emoções ao vivo, Paulo Pauli se tornou uma das vozes das transmissões do Na Coruja. A primeira cobertura dele pelo canal aconteceu em 7 de outubro de 2024, em um confronto entre Mixto Esporte Clube e Cuiabá Esporte Clube, pela Copa FMF, no Estádio Eurico Gaspar Dutra.

“Foi um verdadeiro show de bola do Mixto. E ali começou minha trajetória no Na Coruja.”

O envolvimento com o esporte local foi além do trabalho.

“O esporte local é apaixonante. Pensei que não me envolveria emocionalmente, mas hoje me pego numa segunda-feira à noite torcendo contra o meu time para apoiar as Tigresas. Deixo de assistir uma série para acompanhar os jogos do Cuiabá fora de casa na Série B.”

Entre os momentos mais marcantes, Paulo lembra da primeira final narrada por ele no canal.

“Primavera 1 x 2 Cuiabá, no jogo de ida da final do estadual do ano passado. Sem dúvidas foi um dos momentos mais marcantes. Acho que entreguei uma das minhas melhores narrações naquele jogo.”

A voz da reportagem

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Arquivo pessoal

Para Bruno Monteiro, fazer parte do Na Coruja significou viver de perto aquilo que sempre sonhou dentro do esporte. O repórter conta que a chegada ao canal aconteceu de forma tranquila, com apoio da equipe desde os primeiros passos.

“Chegar no Na Coruja foi tranquilo no início. Sempre tive um acompanhamento que me dava muito suporte e corrigia da melhor maneira possível.”

Com o passar do tempo, os desafios aumentaram, mas também vieram experiências que ele não imaginava viver tão cedo.

“Depois as coisas ficaram desafiadoras, mas eu já estava tão habituado que consegui desenrolar de boa. Muitas expectativas foram supridas e superadas. Muitas experiências que tive eu não imaginava viver, e isso é muito legal.”

Entre as coberturas mais marcantes da trajetória, Bruno destaca a FIFA Series, competição internacional que aproximou ainda mais o canal de grandes eventos esportivos.

“Acompanhar a FIFA Series foi incrível. Estar nos bastidores de uma competição internacional, ver todo o protocolo envolvido… foi a realização de um sonho. Acompanhar a Seleção desde o primeiro treino até o título é algo que nunca vou esquecer.”

Mais do que profissão, Bruno define a rotina dentro das transmissões e coberturas esportivas como a concretização de um objetivo pessoal.

“Viver o esporte tão de perto é basicamente o que eu sempre sonhei. Sonhava em estar nesse meio, dentro de campo, na cabine de transmissão, na redação. Poder viver tudo isso é algo que gosto muito.”

A voz que seguiu novos caminhos

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Arquivo pessoal

A jornalista formada Giovanna Baiocco também faz parte da trajetória construída pelo Na Coruja. Ex-integrante do canal, ela relembra que o projeto teve papel importante no início da carreira profissional.

“Logo no início da minha trajetória, o Na Coruja representou uma grande oportunidade de crescimento. Me abriu portas, permitiu conhecer novas pessoas e viver experiências que contribuíram muito para meu desenvolvimento pessoal e profissional.”

Além das experiências dentro do jornalismo esportivo, Giovanna afirma que os aprendizados adquiridos seguem presentes até hoje na vida profissional.

“Um dos maiores aprendizados que levo do canal é a importância das conexões, da comunicação e do crescimento constante. Cada experiência e pessoa que conheci contribuíram para minha evolução, tanto pessoal quanto profissional, e me ensinaram a enxergar novas oportunidades e desafios com mais maturidade.”

A voz de quem acredita no projeto

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Arquivo pessoal

O crescimento do Na Coruja também foi acompanhado de perto por pessoas que acreditaram no projeto desde cedo. Uma delas é Raquel Abrahão, apoiadora do canal.

A ligação dela com o Na Coruja começou através da filha, Beatriz, integrante da equipe.

“Comecei minha ligação com a Coruja através da minha filha, Beatriz, que é uma das integrantes desse canal nota mil.”

Para Raquel, o diferencial do projeto sempre esteve na dedicação da equipe ao esporte local.

“O que me fez acreditar no Na Coruja foi o entusiasmo e o amor dos criadores pelo esporte, levando credibilidade aos colaboradores em todos os sentidos.”

Ao longo de cinco anos, o Na Coruja deixou de ser apenas um canal esportivo para se tornar parte da rotina de torcedores, atletas, profissionais e apaixonados pelo esporte mato-grossense. E são justamente essas vozes dentro e fora das transmissões que ajudam a contar essa história diariamente.

Conteúdo produzido por Na Coruja. A reprodução total ou parcial sem citação da fonte não é autorizada.

Escrito por

Maria Klara Duque

Sou jornalista apaixonada por esporte, especialmente pelo futebol mato-grossense. Gosto de estar perto dos clubes, acompanhar o dia a dia dos times e mostrar ao torcedor o que acontece dentro e fora de campo.Meu objetivo é levar informação de forma clara, leve e verdadeira, sempre buscando contar boas histórias, valorizar o esporte regional e aproximar quem está em casa da emoção que só o futebol proporciona.